Pesquisa DataMG sobre o Governo de João Monlevade


(28/04/2023)

Sobre o governo como um todo, 33% dos monlevadenses avaliam como positivo e 27% como negativo. Gestão Zema e Lula também foram avaliadas

Pesquisa do DataMG Centro de Informação e Pesquisa, a que o A Notícia teve acesso com exclusividade, mostra que a forma de governar do prefeito Laércio Ribeiro (PT) e do vice-prefeito Fabrício Lopes (Avante) é aprovada por grande parte dos monlevadenses. Quando perguntado “você aprova ou desaprova a maneira que o Laércio e o Fabrício governam?”, 47% afirmaram que aprovam. Outros 39% disseram desaprovar a forma como eles administram o município e 14% não souberam ou não responderam.
Já em relação ao governo como um todo, com a pergunta: “Como você avalia o Governo Municipal de João Monlevade?”, 33% o avaliaram positivamente, sendo considerado ótimo para 10% e bom para 23%. Para 39%, o governo é regular. Já a avaliação negativa totaliza 27% com 11% considerando ruim e 16% péssimo. Ao fim, 1% não quis ou soube responder. 

Governos Zema e Lula 

A mesma pesquisa também avaliou o governo de Minas, chefiado por Romeu Zema (Novo), e do Brasil, por Luís Inácio Lula da Silva (PT). A avaliação positiva sobre a gestão do estado foi de 53%, somando-se os 13% que o consideram ótimo e os 40% que o consideram bom. Para 31% dos monlevadenses, o governo de Minas é regular. A avaliação negativa é de 11%, com 2% considerando ruim e 9% classificando como péssima a gestão mineira. Dos ouvidos, 5% não quiseram ou não souberam responder. 
Já em relação ao governo do Brasil, feito pelo presidente Lula, a avaliação foi positiva para 48% dos entrevistados, soma de 21% que o consideram ótimo e de 27% que o consideram bom. Já 22% dos monlevadenses afirmaram que o governo brasileiro é regular. A avaliação negativa totaliza 27%, soma de 4% que o consideram ruim e 23% que o avaliam como péssimo e 3% não quiseram ou não souberam responder. A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 22 de abril em diversos bairros de João Monlevade e ouviu 400 entrevistados. A margem de erro de 4,9% para mais ou para menos.

 

Fonte: Jornal A Notícia


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